Terrinha

07/03/2010

Texto lindão escrito pelo querido Marcelino Freire, de quem sou fã declarada. Saiu no Diário de Pernambuco na semana passada. Para os míopes como eu, o textinho está descrito abaixo da matéria escaneada.

Eu indico

“Gosto de ouvir música à primeira hora da manhã. Viro as caixas para dentro do banheiro e o banho fica ainda mais deslizante e relaxante. Nesse sentido, e até por isso, tenho ouvido o primeiro CD, saído no final do ano passado, da recifense Lulina, radicada em Sampa. Seu CD é divertido, com letras bem pop-poéticas, falando de príncipes, ETS e pleuras. O nome do disco é Cristalina. O som de Lulina é meio isso. Água, transparência ralo adentro. Ela não quer posar, sei lá, de figurinha antenada. Tem ela uma soltura básica. Uma sinceridade explícita. Bom para ouvir, repito: lavando o peito e a alma. Destaque para a música Balada do paulista, em que ela brinca e trocadilha com o jeito de o paulista falar. Boa para dançar e arrear. Fiquem de olho nessa moça, pernambucana das boas, e saravá!”

Marcelino Freire é escritor. Autor , entre outros, de Contos Negreiros (Prêmio Jabuti 2006). Nascido em Sertânia, Pernambuco, vive em São Paulo desde 1991.

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